Liberado: Kit de desenvolvimento do Google para o Android 3.0

Google lançou uma prévia do kit de desenvolvimento de software (SDK) para o Android 3.0,  versão projetada especificamente para tablets. Para atender ao mercado corporativo, o Android SDK inclui novas políticas administrativas voltadas para a implantação de tablets neste segmento, incluindo recursos como armazenamento criptografado e expiração de senha.

O anúncio foi feito nesta quinta-feira (27/1), no blog de desenvolvedores do Android, e foi escrito por Xavier Ducrohet, chefe de tecnologia do kit de desenvolvimento da plataforma móvel. Já há alguns meses a Google vem exibindo versões em desenvolvimento do Android 3.0, também chamado de Honeycomb. A primeira demonstração ocorreu em maio de 2010 na conferência Google I/O.

homescreen_cust_port.jpgInterface do Android 3.0 otimizada para tablets

O Android 3.0 apresenta um novo tema de interface ‘holográfica’ e muitos novos recursos. Para os desenvolvedores, o Honeycomb oferecerá ferramentas para o desenvolvimento de aplicativos para tablets e também para adaptar os aplicativos já existentes para a nova interface. Alguns destaques do Honeycomb podem ser vistos online, clicando aqui.

Com o novo SDK, os desenvolvedores podem finalmente começam a testar suas aplicações e se acostumar com os novos recursos e APIs. No entanto, Ducrohet avisa que o sistema não é final e ainda poderá sofrer mudanças até o fim do desenvolvimento.

O Honeycomb será capaz de rodar em dispositivos com processadores com um ou dois núcleos, já que foi otimizado para ambos. Além disso, o sistema vai suportar novos recursos multimídia, incluindo suporte a HTTP Live Streaming, e trará um novo sistema de gerenciamento de direitos digitais (DRM).

O Android 3.0 inclui novas APIs para Bluetooth Advanced Audio Distribution Profile (A2DP), para streaming de áudio para um fone de ouvido ou alto-falantes, como também Bluetooth Headset Profile (HSP), para deixar um fone de ouvido Bluetooth se conectar a outro em um PC ou telefone celular.

Via PC WORLD

Hackers invadem Twitter da Bovespa

Um hacker invadiu a conta do Twitter da Bovespa na noite desta quarta-feira e twittou mensagens sobre liberdade de imprensa, Wikileaks e Julian Assange.

Os tweets do invasor começaram por volta das 23:00 da quarta-feira (23). O invasor se identificou, se dizendo integrante do grupo Anonymous, que ganhou notoriedade após tomar partido em defesa do Wikileaks.

Na manhã desta quinta-feira (24), o Twitter da Bovespa divulgou uma mensagem confirmando a invasão: “O perfil oficial da BM&FBOVESPA foi invadido. A Bolsa já acionou o Twitter para providências”.

Em um comunicado divulgado para a imprensa, a Bovespa afirmou que os perfis de redes sociais são mantidos em servidores externos, por isso, não têm relação com a manutenção dos portais oficiais da Bolsa.

“Acrescentamos ainda que episódios como esse vêm ocorrendo com outras empresas e personalidades e que o da Bolsa não é um caso isolado. Esperamos contar com a compreensão dos nossos seguidores e fãs até a situação ser normalizada”, dizia a nota.

‘TweetButton’
Não se sabe como foi realizado o acesso à conta do Twitter. Todos os tuítes do hacker foram enviados a partir do TweetButton, que já apresentou vulnerabilidades que permitiam a postagem de mensagens não autorizadas. O TweetButton é um recurso do serviço de microblog para que sites incluam um botão que facilita a interação dos usuários com o Twitter a partir de páginas externas.

A primeira mensagem postada pelo hacker aponta para um link com o texto “What is Wikileaks?” (O que é o Wikileaks?). Nas mensagens seguintes, o invasor se identifica como membro do Anonymous. Em uma delas, ele parece cometer um erro de digitação ao escrever “Wikeleaks”.

Todas as mensagens são em inglês. A maioria apenas republica mensagens do site oficial da organização ou do Anonymous. Uma delas fala de um “movimento global contra o mundo financeiro”.

Nesta quinta-feira (24), o juiz britânico Howard Riddle aprovou a extradição do fundador do Wikileaks, Julian Assange, para a Suécia. O país quer a extradição por afirmar que ele é suspeito de quatro crimes sexuais. De acordo com a rede britânica BBC, o juiz comunicou a decisão na corte de Belmarsh Magistrates Court, em Londres.

Profissional de TI tem jornada de trabalho reduzida em São Paulo

Carga semanal passa de 44 horas para 40 horas e vale para o Estado de São Paulo

O Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação (SINDPD) anunciou, nesta sexta-feira (07/01), ter acertado com o sindicato patronal (que representa as empresas) da categoria a redução da jornada de trabalho para profissionais de TI.

Desta forma, conforme comunicado, foram estabelecidas 40 horas semanais a partir deste ano, antes as 44 horas do ano passado. A diminuição não incorre na redução salarial.

Conforme a nota, a redução visa a diminuir casos de Lesão por Esforço Repetitivo (LER) entre os profissionais da área. Fundado há mais de 25 anos, o Sindpd tem aproximadamente 32 mil associados.

PEN DRIVE, herói ou vilão?

Uma pesquisa realizada pela desenvolvedora Centennial Software descobriu que, atualmente, os responsáveis pelos setores de TI das empresas estão mais preocupados com memórias removíveis do que com vírus e spyware.

De acordo com o site The Register, uma pesquisa realizada este ano na feira Infosecurity Europe, realizada em Londres, indicou que dos 370 técnicos entrevistados 38,4% classificaram dispositivos USB de mídia removível (pendrives e tocadores de MP3, por exemplo) como a preocupação principal quanto à segurança em suas companhias.

Apenas 23,7% dos entrevistados depositam nos vírus sua maior preocupação, e outros 22,3% acham que spywares e outros malwares em geral são mais perigosos.

No entanto, mesmo com a preocupação elevada quanto a dispositivos de mídia removível, 43% dos entrevistados não possuíam qualquer controle sobre estes, e outros 27,4% confiavam na cautela dos funcionários técnicos responsáveis.

Apenas 8,6% de todos os técnicos disseram ser banido em suas companhias o uso destas mídias, e 16,4% usam softwares de segurança para aumentar a eficiência contra estes riscos potenciais.

Entre os problemas deste tipo de dispositivo está o fato de que é muito fácil enviar informações para eles rapidamente. “Se não existir uma política de uso aceitável ou controles para prevenir o download e transferência de dados confidenciais, os gerentes não saberão se e nem como determinados dados estão sendo levados para fora”, explicou Bill Piwonka, vice-presidente de gestão de produto da Centennial.

Piwonka acrescentou que estes aparelhos são freqüentemente perdidos, o que significa que se os dados confidenciais não estiverem criptografados, é facílimo lê-los, conforme noticiou o site Zycko.

Atualmente 80% das companhias não possuem procedimentos de segurança eficientes para estes casos. Em julho passado, este problema foi apontado por outro estudo da firma de consultoria empresarial Deloitte, que indicou um aumento de 50% em brechas de segurança, sendo metade deles internos, o que foi relacionado à crescente popularidade dos dispositivos de mídia portátil.  Magnet

Via (http://analistati.com)

A batalha dos navegadores

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