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Byte-papo: Android e Realidade Aumentada

por Elisamara de Oliveira

Caros leitores do blog de TI da UGF, leia este artigo e conheça um pouco sobre o que o sistema operacional para smartphones Android e a tecnologia de Realidade Aumentada: uma combinação que tem cara de futuro!

Com o grande avanço da tecnologia, os dispositivos móveis estão se tornando cada vez mais populares e sofisticados. Os dispositivos atuais possuem capacidade de armazenamento, processamento e comunicação mais avançados do que as tecnologias antecessoras. Cerca de 2 bilhões de pessoas em todo o mundo possuem acesso à internet e 3 bilhões possuem um dispositivo móvel, tornando-o um dos produtos mais promissores dos últimos tempos. Atualmente o mercado dos dispositivos móveis é dominado por quatro grandes empresas: Apple, Google, RIM e Microsoft. Cada um desses gigantes tecnológicos possui sistema operacional próprio para seus dispositivos móveis: iOS, Android, BlackBerry e Windows Phone, respectivamente.

A Realidade Aumentada (RA) é uma tecnologia que permite que objetos virtuais se misturem ao mundo real, possibilitando uma integração de elementos virtuais ou dados criados pelo computador com elementos reais. Este novo modelo de interface abre uma nova dimensão na maneira como são executadas as tarefas nos computadores e dispositivos móveis microprocessados. Por ser uma tecnologia que não exige treinamento especializado e que não apresenta grandes dificuldades para que usuários comecem a utilizá-la, bastando apenas acostumar-se com o efeito criado pela sobreposição das imagens, ela se torna ainda mais útil e acessível.

Para quem está ligado no mundo da tecnologia, a criação de aplicativos que utilizam Realidade Aumentada para dispositivos móveis baseados na plataforma Android é uma aposta certa de sucesso! A criação de aplicativos para dispositivos móveis na plataforma Android vem crescendo muito nos últimos três anos. Já existem mais de 20 milhões de dispositivos ativos que utilizam o Android  ao redor do mundo. Assim, caro leitor, caso esteja pensando em criar algo novo, pense nisso: a união destas tecnologias é uma ótima opção!

Nintendo 3DS no Brasil

Sem previsão de chegar oficialmente ao País, o portátil Nintendo 3DS ( aparelho que permite aos gamers jogarem  em 3D sem óculos especiais) já é encontrado em sites como o Mercado Livre, e pela primeira vez um console da Nintendo chega ao mercado com a interface traduzida para o Português do Brasil.

Nesses sites o portátil é encontrado com preços que vão de 600 até 1.300 reais.  O produto que foi lançado no final de fevereiro no Japão e no último dia 27 nos Estados Unidos, vem sendo vendido por 250 dólares.

O novo console também é o  portátil mais caro já lançado pela Nintendo. Em seu modelo antigo, o Nintendo DS, custava cerca de US$ 150 nos EUA em 2004, o mesmo preço do Gameboy Advance, quando lançado em março de 2001.

Para saber mais sobre o 3DS, confira o review completo do portátil feito pelo site PCWORLD

Via IDGNOW

Byte-papo: Impressoras 3D


Caros leitores do blog de TI da UGF, leia este artigo e conheça um pouco sobre o que é e como funciona o processo de impressão de objetos 3D, uma técnica que está se popularizando na medida em que o preço dos equipamentos de impressão 3D  está diminuindo bastante.

Impressão 3D

A impressão tridimensional é um processo que combina o uso de modelagem 3D através de softwares de CAD – Computer Aided Design (Projeto Assistido por Computador) com impressão 3D.  Para que o ciclo se realize, primeiro deve-se criar um modelo em 3D do objeto no CAD; de posse deste modelo, um programa especializado fatia o objeto em camadas finas e esta informação é passada à impressora 3D; a impressora 3D possui um reservatório que contém um plástico especial que dará forma ao objeto; o laser da impressora 3D colore cada uma das camadas do objeto, expondo o líquido plástico do tanque, fazendo-o endurecer; o processo se repete, uma camada após a outra, até que o modelo esteja completo.

A impressora 3D é formada por três partes principais: possui um tanque capaz de armazenar litros de fotopolímero, que é um plástico líquido e transparente; possui uma plataforma perfurada imersa no tanque que pode se deslocar para cima e para baixo dentro do tanque durante o processo de impressão; possui um canhão de laser ultravioleta. Para controlar o equipamento, é necessário um computador que direcione o feixe de laser e os movimentos da plataforma.

A princípio tudo o que se possa criar no CAD pode ser impresso, ou seja, qualquer pessoa poderia criar seus próprios objetos. Mas há limitações, conforme o modelo, partes muito finas podem se quebrar. Interessante, no entanto, é pensar que o poder de modelagem de objetos pode chegar às mãos de qualquer pessoa comum. Os preços das impressoras vêm caindo bastante, há pouco tempo custavam mais de 200 mil dólares e especialistas dizem que seus preços atuais chegam perto de 5 mil dólares,  e o custo do fotopolímero pode ser dividido entre vários usuários em compras por atacado. Também há empresas que cobram pela hora de uso das máquinas. No futuro, estas impressoras podem substituir as tradicionais impressoras a jato de tinta…

Sites consultados:

http://informatica.hsw.uol.com.br/estereolitografia.htm

http://www.techzine.com.br/arquivo/uprint-uma-impressora-3d-domstica/

http://www.technewsbr.com/2009/07/11/tenha-uma-impressora-3d-no-seu-escritorio/

Pen Drive: Queima ou não queima?

A pergunta que muitos de nós usuários de pc  fazem “Tirar o Pen Drive sem usar o “Remover Hardware com Segurança” o faz queimar?”

Remover o Pen Drive de qualquer maneira pode ocasior um curto circuito por defeito nele ou na porta USB de seu computador – principalmente defeitos relacionados ao fornecimento de energia.

Alguns relatos de usuários na internet mostram que pessoas tiveram  pen drives queimados por não realizarem esse procedimento, mas provavelmente isso tenha ocorrido por outros motivos, ( placa-mãe ruim, componentes elétricos com defeitos no PC e no pen drive e até energia estática), já que a opção de “Remover Hardware com Segurança”, tem a função bem específica de certificar que todas as operações de entrada e saída da porta USB foram concluídas.

Então o mito que diz que retirar o pen drive sem usar o “remover hardware com segurança” faz o pen drive queimar é falso!